quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

PARA REFLETIR...

O Verdadeiro Tesouro

Um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia e pensava:

“Se tivesse um carro novo, seria feliz…
“Se tivesse uma casa grande, seria feliz…
“Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz……
“Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz…

Nesse momento, tropeçou em uma pequena sacola cheia de pedras e começou jogá-las uma a uma no mar.
 

E a cada vez dizia: “Seria feliz se tivesse…“ Assim fez até que restou apenas uma pedrinha, que decidiu guardar.

Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.
 

Quantos diamantes teria jogado ao mar sem parar para pensar?
Muitas vezes nós também jogamos fora nossos preciosos tesouros, esperando o que acreditamos ser perfeito.
 

“Se você ainda não pode ter o que sonha, Dê valor e ame o que você tem!”

Extraído de estudoscristaos.com

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Cassada liminar que liberava bacharel da realização do Exame de Ordem


Na ação que pedia a derrubada da liminar, o Conselho Federal da OAB argumentava que a decisão abria brecha para que bacharéis sem formação adequada exercessem a advocacia.

  O ministro Cezar Peluso cassou a liminar dos bacharéis sem OAB.

Brasília - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, cassou na noite de segunda-feria (3) a liminar que permitia que dois bacharéis em Direito do Ceará exercessem a advocacia independentemente de serem aprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A íntegra da decisão não foi divulgada.

O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, comemorou a decisão. “Ela reafirma a importância do exame de ordem como instrumento de defesa da sociedade. A decisão garante, ainda, que a qualidade do ensino jurídico deve ser preservada”, afirmou.
Na ação que pedia a derrubada da liminar, o Conselho Federal da OAB argumentava que a decisão abria brecha para que bacharéis sem formação adequada exercessem a advocacia. E alegava que a Constituição garante o exercício livre de profissão, mas prevê que uma lei pode criar restrições à atuação profissional.

A liminar havia sido concedida pelo desembargador Vladimir Souza Carvalho, do Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF-5), cujo filho foi reprovado por quatro vezes no exame entre 2008 e 2009, conforme a OAB. A decisão beneficiou apenas Francisco Cleuton Maciel e Everardo Lima de Alencar, mas abria brecha para novas ações no mesmo sentido. Os dois argumentaram ser inconstitucional a exigência de prévia aprovação na prova como condição para o exercício profissional da advocacia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.